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Chocolate &Pimenta

Um blog cativante, animado e com tudo o que uma jovem mulher gosta. Beleza. Moda. Cosméticos. Viajens. Vida Suadável. Receitas. Livros. Decoração. Inspiração. E passatempos com produtos de grandes marcas.

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Um Avião Sem Ela | Michel Bussi

 

     Este é um daqueles livros que eu gostei do tema da história, mas nem tanto da forma como foi escrito. Quanto ao final... gostei de como concluiu o mistério. No entanto, a forma como acabou o livro é muito cliché. Nos últimos capítulos foi como se estivesse a ver um filme fraco. Como já disse, não me agradou a forma como o autor escreve. Tem os seus pontos positivos, claro, conseguiu manter-me interessada, por exemplo. Mas a sua escrita é tão simples que quase parece um livro para adolescentes. E para um livro estilo policial, está mal organizado. Quando leio este género de livro, com um mistério para resolver, gosto de folhear o livro para trás para observar melhor alguma cena da história, rever alguns detalhes e tentar, enquanto leio o livro, resolver o enigma. Como neste livro isso é demasiado difícil de se conseguir, acabei por desistir e esperar ser surpreendida pelas conclusões da personagem. Não fui... Desde que li a contra capa que tinha na cabeça um nome, o nome de quem eu pensava ser a pessoa que não morrera queimada. Estava certa. Mais tarde, comecei a suspeitar que a história estava incompleta e assim foi... Houve de facto duas coisas que me surpreenderam, tenho de admitir: não pensei que a Libelinha - alcunha da bebé encontrada - ficasse ao cuidado da família que ficou; e nunca pensei que a razão de ela se afastar fosse a que se descobre mais à frente no livro.

 

De forma abreviada, recomendo a história, não o livro. Boas leituras!

 


Título: Um avião sem ela
Título original: Un avion sans elle
Autor: Michel Bussi
Editora: Bertrand
Ano: 2014

 

 

 

Cláudia.

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Um Olhar Mais Atento Sobre a Venda Direta

     Existem diversas marcas de venda direta por todo o mundo e Portugal não é exceção, por exemplo, na área dos cosméticos temos com grande expressão a Yves Rocher, a Oriflame e a Avon. Muitas pessoas acabam por aderir e se tornar revedoras, na esperança de conseguir um dinheiro extra. Alguns meses depois apercebem-se de que os seus ganhos são bastante reduzidos, por as mais variadas razões, e terminam este percurso. Este artigo analisa alguns dos fatores que nos impedem de obter a rendibilidade esperada e como contornar isso.

 

O que é a venda direta e como funciona?

venda direta.jpg

 

     Quando uma empresa vende os seus produtos diretamente aos consumidores considera-se venda direta, neste processo podem recorrer a revendedores independentes que farão o intermédio entre a empresa e o consumidor final. O revendedor, por vezes também chamado de consultor ou distribuidor, recebe uma comissão em função do seu volume de vendas, por norma varia entre 20 e 30%. Podendo ainda usufruir, caso haja, de um sistema de incentivos adicional, que poderá incluir descontos especiais, produtos, viagens e dinheiro.

 

     De forma simples, existem dois esquemas de remuneração para a venda direta: o mononível e o multinível. No mononível, cada revendedor apenas é remunerado de acordo com o seu esforço individual, ganha pelo que vende. Exemplos deste esquema são a Natura, a Tupperware, entre outras.

     No multinível, além de ganhar dinheiro em função das suas vendas, tem a opção de construir uma equipa e assim ganhar também através de uma renda residual, isto é, ganha uma pequena percentagem sobre as vendas da equipa. Analisemos um exemplo,

 

Sendo,

o desconto comercial: 25%

a renda residual: 4%

a equipa formada por ti e mais 20 elementos, os quais em média fazem 100€ de vendas cada um.

 

Ganhas em rendas residuais = 20 elementos * 100€ * 4% = 80€

Ganhas com as tuas vendas de 100€ = 100€ * 25% = 25€

No total, consegues 105€.

 

    Como disse, tanto a renda residual, como o desconto comercial variam de empresa para empresa e podem mesmo variar dentro da mesma empresa, dependendo do montante das vendas. Se estás interessada em revenda direta multinível, tem em atenção que a rotatividade é muito alta, isto é, muitos dos revendedores que conseguires captar irão desistir.

 

O que ter em conta no momento da escolha?

 

     Primeiro, este género de negócio não é adequado a todas as pessoas, exige muita interação com os clientes e empenho. Antes de escolher aderir deve-te procurar informar o melhor possível sobre os produtos, o plano de compensação, a concorrência que irás ter - não me refiro apenas às marcas concorrentes, mas também, na quantidade de pessoas que já revende a mesma marca - e também outras características da empresa como garantias, devoluções, encomendas mínimas obrigatórias, número de campanhas por ano, se os produtos são de elevado ou baixo consumo, valor médio das encomendas na tua área (cuidado, a marca pode fornecer alguns dados desajustados), etc...

 

    Deves ainda ter em atenção que com campanhas muito frequentes, os clientes não irão encomendar em todas as campanhas, pelo que a tua lista de contactos tem de ser maior. E que há pessoas que são revendedoras para consumo próprio. Não esperes grandes retornos deste género de negócio a não ser que te dediques seriamente e sejas inovador.

 

     Alguns aspetos positivos é que tens flexibilidade de horários e que as qualificações escolares não são um requisito.

 

Já foste ou és revendedor? Qual é a tua experiência? Positiva?

Que táticas usas para te manteres motivado e com uma boa lista de contactos?

 

 

Cláudia.

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SOS manipuladores | Margarida Vieitez e Fernando Mesquita

sos manipuladores.jpg

Capa e contracapa

 

Margarida Vieitez é especialista em mediação familiar, de conflitos e aconselhamento conjugal. Fernando Mesquita é psicólogo clínico e sexólogo. Juntos escreveram um livro que tem como objetivo ajudar o público em geral a identificar as pessoas «tóxicas» que possam ter nas suas vidas e também apresentam soluções para esse problema.

 

Definitivamente, eu não gostei do livro, pois eu gosto de livro que transmitam energia positiva e este livro transmite o completo oposto. No entanto, aconselho a ler a contra capa, se se identificar com esses problemas, então deve considerar lê-lo. Ao ler o livro percebi que nestes últimos anos excluí deliberadamente todas as pessoas «tóxicas» da minha vida, que perdi o medo que me agarrava ao comodismo e que comecei a pensar mais na minha felicidade e menos na opinião dos outros

 

Foi também nestes últimos anos que me comecei a interessar pela leitura e percebi que os livros, mesmo aqueles que não gostamos muito, podem nos ensinar coisas novas ou fazer-nos ver algo que não víamos até então.

 

 

Título original: SOS manipuladores

Autores: Margarida Vieitez e Fernando Mesquita

Editora: A Esfera dos Livros

 

 

Suspeitam que tenham alguém «tóxico» na vossa vida?

Deixa a tua opinião nos comentários.

Bom domingo,

Cláudia.

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