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Chocolate &Pimenta

Um blog cativante, animado e com tudo o que uma jovem mulher gosta. Beleza. Moda. Cosméticos. Viajens. Vida Suadável. Receitas. Livros. Decoração. Inspiração. E passatempos com produtos de grandes marcas.

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O Economista Disfarçado | Tim Harford

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   Olá. Desta vez o livro que vos vou apresentar é um livro de Tim Harford, intitulado de O Economista Disfarçado. O Tim Harford, é um representante da tendência da «economia popular», isto é, economia acessível a qualquer um. Entre outros livros e artigos, ele escreve a coluna «Dear Economist» no The Financial Time.

 

   Este livro, expõe vários conhecimentos básicos sobre economia de uma forma acessível a qualquer um, eu diria até, de forma cativante. Começa por nos mostrar que até o nosso banal café tem muito mais por trás do que aquilo que estamos habituados a ver, expões alguns dos truques que as marcas usam para nos cobrar um bocadinho mais, explica porque é que alguns mercados não funcionam nada bem (por exemplo, o dos seguros de saúde), como se podia resolver a poluição dos automóveis de forma mais eficaz, como é que as ações funcionam e porque é que os leilões da venda de direitos de espectro resultaram tão bem e tão mal em alguns países. Os últimos capítulos são dedicados a um tema comum, a globalização, os prós e contras.

 

   O que é de facto imprecionante é que lê-lo não é de todo cansativo ou desmotivante. É um daqueles livros que nos ensinam tanta coisa, que acabamos por o ter sempre lá em casa para que possamos rever algum tema que entretanto fomos esquecendo.

 

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Título: O Economista Disfarçado

Título original: The Undercover Economist: Exposing Why The Rich Are Rich, The Poor Are Poor - And Why You Can Never Buy A Decent Used Car!

Autor: Tim Harford

Editora: Editorial Presença

 

 

Estão a ler algum livro este mês? Qual?

 

 

Cláudia.

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Breve comentário sobre feminismo e falso feminismo

   Olá. Já que estive ausente por algum tempo achei que deveria escrever um artigo sobre um assunto importante - a igualdade de género. Este tema surgiu com bastante força à algumas décadas, àquela época chamaram-lhe de feminismomovimento social, filosófico e político que tem como objetivo direitos iguais e uma vivência humana por meio do emancipamento feminino e da libertação de padrões opressores patriarcais, baseados em normas de género.

 

   Atualmente, muita gente confunde feminismo com o oposto do machismo e com misandria. Acontece que o feminismo não quer que as mulheres tenham mais poder do que os homens, nem é um movimento de ódio ao sexo masculino. É o desejo de que homens e mulheres usufruam de iguais direitos e oportunidades numa sociedade de respeito mútuo.

 

   Reconheço que existem mulheres mal informadas, que interpretam mal o conceito e agem erradamente, mas que no entanto se consideram feministas. Não é feminismo bater num homem e depois usar as regras de género para que não lhe batam de volta. Primeiro, nem homens, nem mulheres devem recorrer à violência. Segundo, um homem inteligente percebe que não lhe deve bater de volta, mas sim, trazê-la à razão. Tal como, uma mulher inteligente perceberia que não deve bater noutra pessoa. Terceiro, o género masculino tem naturalmente mais massa muscular e mais força de que uma mulher e uma pancada dada por um homem tem mais intensidade.

 

   O feminismo obteve bastantes conquistas como direito legais das mulheres, que incluí direitos de contrato, propriedade e voto, pois... para quem não se lembra ainda há relativamente pouco tempo as mulheres não podiam comprar uma casa, nem votar. Também obtiveram o direito da mulher ao seu corpo, que incluí acesso à contracepção, a cuidados pré-natais de qualidade, à proteção contra violência doméstica, assédio sexual e violação. E também é este movimento o responsável por alguns direitos laborais como a licença de maternidade e salários iguais entre género. É claro, que nem todos os objetivos foram ainda compridos na integra. O ser humano tem tendência a evitar a mudança pelo que há sempre resistência. No entanto, devemos continuar a afirmar este nosso desejo de sermos tratadas como elementos da sociedade e não propriedades.

 

   Alguém verdadeiramente feminista percebe que a mulher, tal como o homem, tem o direito de se vestir como se sente mais confortável, seja com uma minissaia, seja com um lenço na cabeça. O que é relevante é que se vista assim porque quer e não porque lhe é imposto. Uma mulher que se depile e use jóias não é menos feminista do que aquela que não o faz, o feminismo não deve destruir regras de género para criar novas, deve expandir a liberdade de escolha. Os homens também podem e devem ser feministas, significa que querem que as suas mães, namoradas, irmãs e amigas tenham as mesma oportunidades e direitos que eles.

 

   Há ainda algo mais que quero abordar, eu escolhi o desenho de uma mulher de pele negra para ilustrar este artigo porque apesar de o movimento feminista ter ganho mais notoriedade entre mulheres de pele branca não devemos nos esquecer de todas as outras etnias por todo o mundo em que as mulheres não têm direitos nenhuns. Acredito que é possível melhorar as condições de vida de muitas dessas mulheres sem ser necessário recorrer à violência. Mas será necessário que nós, mulheres e homens com um bocadinho mais de sorte, criemos soluções viáveis para as auxiliar.

 

   P.S. Para ser sincera, acho que os homens também se deviam libertar de algumas regras de género que lhes foram impostas pela sociedade...

 

 

 

 

Um abraço,

Cláudia

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Inspiration Friday

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 Quero visitar NYC.

 

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 Gostava de fazer uma road trip com a melhor amiga.

 

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 Aqueles dias em que só apetece ficar em casa, no quentinho.

 

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 Adoro o pôr do sol. É tão bonito.

 

 

Qual é a vossa inspiração da semana?

Helena.

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